A Ciência

O neologismo Conscienciologia foi proposto pelo Médico e pesquisador Waldo Vieira, inicialmente no livro Projeções da Consciência: Diário de Experiências Fora do Corpo Físico (1979),  como sendo a ciência que estuda a consciência, aquilo o que se denomina por ego, alma, espírito, essência, eu, individualidade, personalidade, pessoa, self, ser ou sujeito. A Conscienciologia parte do princípio de que a manifestação da consciência vai além do cérebro físico e que é independente do corpo humano. Este fato pode ser verificado, dentre outras maneiras, por meio da experiência fora-do-corpo.

Posteriormente, no tratado Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano (primeira edição em 1986), Vieira apresentou a Conscienciologia como ciência não restrita ao paradigma newtoniano-cartesiano e aos métodos convencionais, propondo o Paradigma Consciencial para modelo de pesquisa.

Esse paradigma considera que todo ser vivo possui outros corpos ou veículos (holossoma) para se manifestar, além do corpo físico ; interage em múltiplas dimensões (multidimensionalidade); é resultado de múltiplas existências (serialidade) e se inter-relaciona a partir das bioenergias.

O holossoma é o conjunto dos quatro veículos de manifestação (corpos) usados pela consciência para se manifestar: o soma (corpo físico), o energossoma (corpo energético, duplo etérico, corpo bioplásmico), o psicossoma (corpo astral) e o mentalsoma (corpo mental).

A consciência tem aspecto multiexistencial. Depois da morte física, após a qual a consciência se manifestaria exclusivamente em dimensões extrafísicas empregando seus demais corpos até que, por forças naturais ou não, ela volte a constituir um novo corpo físico (reencarnação).

A consciência tem natureza multidimensional e isso fica evidenciada durante o fenômeno da experiência fora do corpo (projeção da consciência) quando ela pode se manifestar de forma lúcida em outras dimensões de espaço-tempo, além da dimensão física que conhecemos, empregando os corpos não físicos que constituem o seu holossoma.

A consciência, segundo a Conscienciologia, está sujeita às forças básicas da natureza e também interage com outros seres vivos e com o ambiente  por meio de bioenergias. Por meio destas mesmas bioenergias a consciência interfere e sofre interferências do meio

A consciência seria intimamente regida por uma ética maior que permeia todo o universo, denominada cosmoética. A cosmoética não se limitaria aos conceitos de “certo” e “errado”. Ela é orientada pela evolução da consciência, em qualquer dimensão de manifestação. Assim, não se pergunta se uma ideia ou ação é certa, mas se é a favor da evolução das consciências.

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